Geopolitics

Geopolítica da Perestroika e o Colapso da URSS

01.07.2021

Até 1985, a atitude da URSS em relação à conexão com o Ocidente era geralmente bastante cética. Somente no período de regra de Yuri Andropov mudou um pouco a situação e, de acordo com suas instruções, um grupo de cientistas soviéticos e institutos acadêmicos foi encarregado de cooperar ativamente com as estruturas globalistas (o Clube de Roma, o CFR, a Comissão Trilateral, etc.). Em geral, os principais objetivos de política externa da URSS permaneceram inalterados durante todo o trecho desde Stálin até Chernenko.

Geopolítica regional: A Rússia e a Comunidade dos Estados Independentes

01.07.2021

Um dos objetivos geopolíticos da Federação Russa, da ordem geopolítica pós guerra-fria, que ao mesmo tempo que desenvolve um mundo unipolar à beira de uma desintegração deste estilo, por imperar uma tendência de crescimento da regionalização de fenômenos econômicos e políticos. Para a Rússia, assim como qualquer outro país é mister ter relações estratégicas com os países que lhe são vizinhos, seja para acordos multilaterais, defesas, comércio exterior, segurança, diplomacia e cooperação em problemas regionais que são comuns aos mesmos países.

A Rússia e o Mediterrâneo

21.06.2021

A questão da identidade da Rússia em relação à Europa e ao Ocidente é controversa entre os próprios russos. Afinal, a Rússia é um país europeu, asiático, uma mistura dos dois ou nenhum dos dois? A Rus’ kievana era muito ligada à Constantinopla (Bizâncio), no Oriente, tanto cultural quanto economicamente, como já vimos. Posteriormente, no

EURASIANISMO: A LUTA PELO MUNDO MULTIPOLAR

16.06.2021

A crise de identidade eliminou todas as identidades anteriores – civilizacional, histórica, nacional, política, étnica, religiosa e cultural em favor da identidade universal ocidental do estilo planetário, com o conceito de individualismo, secularismo, democracia representativa, liberalismo econômico, cosmopolitismo. e a ideologia dos direitos humanos”.

Geopolítica da Guerra Civil Russa

15.06.2021

A Guerra civil russa surge logo após a Revolução de 1917, e o texto tratará dos seus aspectos geopolíticos, a mundialização da política na Europa, começando pelos processos internos da Rússia começava pelo simbolismo da queda de uma monarquia histórica, a czarista.

A Geopolítica, de Rudolf Kjellén a Mackinder

14.06.2021

O neologismo “geopolítica” é criado por Rudolf Kjellén (1864-1922), jurista sueco, professor de história e ciência política; escrito pela primeira vez em 1899, em um artigo para a revista Ymer, em 1905, o seu ensaio As grandes potências, explica o termo pela primeira vez.

A geopolítica da Rússia Pré-Revolucionária

13.06.2021

Em 18 de abril de 1917, surge outra crise governamental, esta dialética profunda da instável política parlamentar e burguesa desta nova Rússia resulta com a constituição, em cinco de maio de 1917, do primeiro governo de coalizão com a participação inclusive de socialistas, a este momento, P.N. Milyukov, do Partido Constitucional Democrata, político da Duma, havia prometido em 18 de abril à Inglaterra e a França o comprometimento com a guerra e com o direito internacional pós guerra, que resultou numa irrupção da tradição realista, agora o soberano civil, precisaria estar subordinado a uma constituição.

Geopolítica da Grande Guerra Patriótica

12.06.2021

A Segunda Guerra Mundial sofreu uma interpretação nacionalista no período de Stalin, na União Soviética, é notório que a tese do espaço vital germânico, pensava uma reinterpretação do espaço europeu, diferente daquele proposto pelo Tratado de Versalhes. A colonização dos territórios do leste europeu, bem como criação de campos de trabalho forçado, era uma das bases econômicas prometidas por Hitler, desde Mein Kampf, seria a base agrícola do Terceiro Reich; para Hitler de fato era uma guerra entre raças e povos.

Um Breve Balanço da Situação Atual no Afeganistão

8. Junho 2021 - 23:04

A quantidade de tropas estadunidenses no Afeganistão nunca foi tão pequena, desde a invasão em 2001. Ainda assim, o Talibã está cada vez mais forte e a situação no país é cada vez mais caótica e instável. Longe de ser puramente algum “mérito” de uma “resistência afegã”, a realidade é que os EUA nunca pretenderam estabilizar o país e, de fato, eliminar o Talibã.